

Com o excesso de gente, houve um princípio de tumulto. Nada grave, pois os ânimos foram acalmados pelo bom senso conjunto de Emerson Alves - Secretário de Cultura de Paulínia e diretor do Festival – e de Rodrigo Fante, da Imagem, a distribuidora do filme, que garantiu “quantas sessões extras sejam necessárias” para atender ao público que não conseguiu entrar.
A tensão gerada pela espera foi rapidamente dissipada assim que as primeiras imagens e os primeiros sons de O Palhaço invadiram a tela e as caixas acústicas do cinema.
Ao final da projeção, a plateia veio abaixo e aplaudiu de pé. Antes da exibição, no palco do cinema, Selton Mello havia dito que esperava que a delicadeza de O Palhaço se espalhasse por todos os presentes, “como uma coceira”, em suas palavras. A julgar pela reação do púbico, todos estão se coçando até agora.
Confira aqui o que Selton Mello comentou: "Tenho 30 anos de carreira e nisso, sou meio parecido com os palhaços, que crescem no picadeiro, que se sucedem de geração em geração". "Comecei a ser ator muito pequeno... Era mágico. Adorava ver aquelas câmeras, aquela gente..."
Nenhum comentário:
Postar um comentário